CORREIO lista os erros mais comuns na hora de buscar emprego; confira


Em um cenário onde o desemprego atinge 12 milhões de brasileiros, segundo dados do Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), é sempre bom saber como se preparar para a entrevista de emprego. Mas para se chegar até a entrevista, é bom o profissional evitar cometer alguns erros na hora de buscar a vaga.

Confira algumas dicas que o CORREIO separou para ajudar você que ainda está em busca de uma oportunidade:

Currículo Evite enviá-lo de forma indiscriminada ou de forma frenética. Envie somente para as vagas que o interessam. É importante também construir um bom currículo, enxuto, direto e sem erros de ortografia, com informações que refletem realmente o profissional que você é e a qualificação que possui.

Perfil Só se candidate a vagas que se encaixam tanto no seu perfil profissional quanto no pessoal, levando em consideração a formação e a experiência que a vaga requer. Por isso, é preciso entender bem a descrição da vaga, os requisitos que são exigidos, as condições de contratação.

Rede de contatos Use sua rede de contatos para movimentar oportunidades. Converse com amigos, colegas, professores, profissionais da área que atua e venda, de fato, “seu peixe”. Mas não vá ser evasivo e nem exagerar na abordagem: invista naquilo de melhor que você tem a oferecer para o mercado.

Conhecimento Busque sempre informações sobre a empresa na qual pretende se candidatar a uma vaga. Conheça os negócios daquela empresa, os clientes, quais são os valores e a cultura.

Nada de desânimo Ao procurar trabalho por muito tempo sem obter sucesso de imediato, a sensação de frustração pode derrubar a confiança do candidato e prejudicá-lo na tentativa de recolocação. É preciso cuidar da parte emocional para não desistir e seguir em frente na busca por uma oportunidade no mercado de trabalho.

Profissionais de nível superior entram na disputa por vagas Na tentativa de se recolocar no mercado, muitos profissionais de nível superior estão se candidatando a cargos técnicos. O diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos na Bahia (ABRH-BA) Luiz França estima que de 10% a 15% dos profissionais de nível superior que buscam uma oportunidade de emprego estão com especificações acima das vagas técnicas para a qual eles se candidatam.

“Por conta de uma oferta maior de empregos nas áreas técnicas, esses profissionais de nível superior estão fazendo o movimento inverso e migrando para estes cargos”, explica.

A distorção, ainda segundo França, é agravada por conta do aumento do índice de desemprego, o que acaba pressionando os dois lados. “Isso acaba aumentando a competitividade na área técnica”. No entanto, ganha a disputa o profissional que estiver mais adequado aos requisitos exigidos pela vaga. “A preferência é sempre dada para a pessoa certa na posição certa, porque esse profissional graduado, na primeira oportunidade que oferecer um salário maior, vai pedir para sair. Enquanto o técnico possibilita que a empresa conte com um engajamento maior e aumenta suas chances de retenção desse talento”.

Para o especialista de Recursos Humanos, a dica é repensar a carreira: “A melhor maneira de se procurar emprego vai ser sempre atuar com excelência dentro do perfil daquela vaga”.


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